Último dos signos do zodíaco, vinculado à décima segunda-casa zodiacal,
Peixes é a representação astrológica da crença e da compreensão. Da Água, seu
elemento, tira sua capacidade de unir-se aos elementos básicos da vida,
fazendo-se símbolo da dupla natureza do ser humano, a física e a espiritual.
Seu símbolo representa dois crescentes, lembrando esta dualidade, ou dois
peixes nadando em sentido contrário, ligados umbilicalmente por um fio que lhes
une natureza e vida. Na mitologia vincula-se à lenda da morte de Eros e
Afrodite que, jogados à água, encontraram a pureza original e sua origem
psíquica. É o signo dos extremos, original, fascinante, generoso e bondoso. É
dormente e necessita impulso para progredir. Governa a enfermagem e os
hospitais, asilos e prisões. Tem sensibilidade extremada, é tímido e recatado.
Período de regência astrológica padrão: de 20.02
a20.03
Planeta regente: Netuno
Elemento:
Água
Nativo:
pisciano ou pisciana
Símbolo:
dois crescentes unidos por uma barra ou dois peixes, em posições opostas,
unidos por um fio
Signo oposto:
Virgem
Dia da semana:
Quinta-feira, o dia de Netuno
Personalidade mundial do signo: Michelangelo Buonarotti, artista
Personalidades de destaque no Brasil:
Francisco Manoel da Silva, compositor,
poeta – Marcos Paulo, ator – Hebe Camargo, apresentadora de TV – Arthur
Antunes, o Zico, atleta, jogador de futebol – Castro Alves, poeta – Visconde de
Taunay, escritor, militar, compositor – Melo Moraes Filho, escritor – Nívea
Maria, atriz – Mara Maravilha, apresentadora de TV – Rosana, cantora – Aracy
Balabanian, atriz – Lucinha Lins, cantora e atriz – Carlos Alberto da Nóbrega,
apresentador de TV, diretor – Mário Prata, dramaturgo – Regina Casé, atriz e
apresentadora de TV – Guinard, artista plástico – Afrânio de Melo Franco,
político e diplomata – Perla, cantora – Edson Celulari, ator – Isaura Garcia,
cantora – Natália do Vale, atriz-
Cláudio Cavalcanti, ator – D. Hélder Câmara, bispo, líder católico – Oduvaldo
Viana, dramaturgo – Lúcio Costa, arquiteto projetista de Brasília – Mauro Rasi,
escritor e dramaturgo – Virginia Lane, vedete e atriz – Paulo Mendes Campos,
jornalista e poeta – Lolita Rodrigues, atriz – Guiomar Novais, pianista – José
Mauro Vasconcelos, escritor – Mário Palmério, escritor – João Marques Belchior
Goulart, o Jango, político, Presidente da República – Macalé, compositor e
cantor – Norma Benguell, atriz – Tancredo de Almeida Neves, político,
Presidente da República eleito e não empossado – Chagas Freitas, político e
jornalista – Heitor Villa-Lobos, compositore maestro – Cícero Dias, artista plástico – Afrânio Coutinho,
historiador – Elke Maravilha, atriz – Danilo Caymmi, compositor – Carlos
Vereza, ator – Ziembinsky, ator e diretor de teatro – Turíbio Santos,
violonista – Tom Cavalcanti, humorista – Otto Maria Carpeaux, ensaísta e
crítico – Carlos Heitor Cony, jornalista e escritor – Glauber Rocha, cineasta –
Gilberto Freire, escritor e sociólogo – Júlio Prestes, político paulista –
Augusto Boal, dramaturgo – Carlos Machado, empresário e produtor musical – Elis
Regina, cantora – Edino Krieger, compositor – Antônio Maria, jornalista –
Guerra peixe, maestro e musicólogo – Assis Valente, compositor – José de
Anchieta, Beato, jesuíta, missionário católico – Assis Valente, compositor –
Ernesto Nazaré, compositor, Menoti Del Picchia, poeta.
Personalidade – Pontos positivos
·Intuição
·Generosidade
·Religiosidade
·Versatilidade
·Sensibilidade
social
·Responsabilidade
·Emotividade
·Capacidade
de adaptação
Personalidade – Pontos negativos
·Comodismo
·Timidez
·Temor
do confronto
·Excessiva
sensibilidade
·Falta
de firmeza nas ações
·Influenciável
O tipo pisciano:
Com a mais perfeita noção
de humanitarismo dentre todos os signos do zodíaco, peixes é a representação da
caridade, dos sonhos, da generosidade e do sentido social. Apático e por vezes
omisso diante dos fatos, necessita de incentivo e apoio. É confiável, generoso,
recatado e tímido. Detesta a confusão e não sabe reagir a agressão. É muito
criativo e tem aprofundando senso artístico. Voltado à introspecção é dado a
momentos de solidão. Sofre variações constantes de humor. Religioso é atraído
pelo oculto.
Pisciano de destaque
Tancredo de Almeida
Neves
Estadista brasileiro nascido em São
João del Rei, Minas Gerais, que como representante típico da tradição
moderadora da política mineira, caracterizou-se pela tendência à conciliação e
à negociação, sem prejuízo da consistência de suas posições liberais. Filho de
Francisco de Paula Neves e de Antonina de Almeida Neves, formou-se em direito em
Belo Horizonte (1932) e tornou-se advogado e promotor de justiça em sua cidade
natal, onde iniciou sua vida política. Elegeu-se vereador (1935) e tornou-se
presidente da Câmara Municipal. Com a extinção do PP filiou-se (1937) ao
Partido Nacionalista Mineiro, o PNM. No mesmo ano, com a implantação do Estado
Novo pelo presidente Getulio Vargas e o conseqüente fechamento dos órgãos
legislativos do país, perdeu o seu mandato.
Depois da queda de Getúlio Vargas, foi eleito para o mandato de deputado
estadual (1947-1950) pelo Partido Social Democrático, o PSD, seguindo como
deputado federal (1951-1955), período em que sua carreira política ganhou
evidência como ministro da Justiça (1953-1954) do governo do presidente Getúlio
Vargas. Em um período conturbado da vida nacional, que culminou no suicídio de
Vargas, o político mineiro mostrou firme determinação na defesa da legalidade.
Foi um dos articuladores da candidatura de Juscelino Kubitschek à presidência e
seu influente conselheiro em assuntos políticos e econômicos, embora sem
mandato parlamentar.
Foi secretário de Fazenda de Minas Gerais (1958-1960) e, durante uma nova
situação de crise nacional, após a renúncia (1961) de Jânio Quadros, encaminhou
a solução que permitiu a João Goulart assumir a presidência da república,
mediante a adoção do regime parlamentarista. Primeiro-ministro (1961-1962) no
governo João Goulart, deixou o cargo quando o regime voltou a ser presidencialista,
após plebiscito nacional, e foi eleito deputado federal em mais quatro
legislaturas (1963-1978). Não conseguiu impedir a queda de Goulart e com a
reforma partidária (1965), integrou-se no Movimento Democrático Brasileiro, o
MDB. Com a extinção do bipartidarismo, fundou (1979) o Partido Popular e foi
eleito senador (1979-1982).
Com a proibição das coligações partidárias, passou para o Partido do Movimento
Democrático Brasileiro (PMDB), do qual foi vice-presidente e eleito governador
de Minas Gerais (1983-1984). Nome de consenso das correntes de oposição ao
regime, foi eleito presidente da república (1985) pelo colégio eleitoral,
vencendo Paulo Maluf, o candidato do Partido Democrático Social, o PDS, do
último presidente militar. João Figueiredo. Infelizmente, no dia 14 de março
(1985), véspera de sua posse, após uma cirurgia de urgência, em Brasília, para
extirpação de um tumor benigno no abdome, seu quadro clínico complicou-se e,
transferido para o Instituto do Coração, em São Paulo, após uma longa agonia
que emocionou o país, morreu em 21 de abril na capital paulista, deixando o
mandato para seu vice, José Sarney.
Este estudo é melhor detalhado na coletânea
“Você e seu signo” com um volume para cada signo -de autoria de Max Klim, editada pela Editora
Nova Era – Grupo Editorial Record